UM OLHAR SOBRE A EDUCAÇÃO MODERNA NO SÉCULO XXI
Luciani Missio e Jorge Luiz da Cunha
(...) o objetivo de toda prática educativa – facilitar a
reconstrução do conhecimento experiencial do aluno – não pode se entender nem
se desenvolver sem o respeito à diversidade, às diferenças individuais que
determinem o sentido, o ritmo e a qualidade de cada um dos processos de
aprendizagem e desenvolvimento. (Pérez Gómez, 2001, p.67)
Antigamente
as relações entre a escola e as culturas eram no máximo duas: ou a escola como
reprodutora de uma cultura dominante ou a escola forçando uma luta contra a
cultura hegemônica. Hoje a escola deveria ser vista como o espaço de cruzamento
de culturas, produzindo, criando novas práticas culturais para além das normas e
das imposições, isto é, uma escola que reproduz, mas que também produz; onde
“as diferentes culturas que se entrecruzam no espaço escolar impregnam o
sentido dos intercâmbios e o valor das transações em meio às quais se
desenvolve a construção de significados de cada indivíduo” (Pérez Gómez, 2001,
p.16).
Para mim, os dois textos falam de pontos bem importantes: que tipo de educadores temos? Qual conceito de educar que nossos educadores tem?
Para mim, é difícil conceber que em frente há tanta tecnologia, informação, formação, ainda existam "educadores" que utilizam o mesmo caderno de planejamento de 20 anos atrás (sim, infelizmente eu tenho provas disso). Prefiro achar que estas ações se dão na inocência, embora eu não ache nada inocente o que muitos "educadores" provocam em seus alunos com esse tipo de atitudes, destroem capacidades, criatividades, mentes brilhantes, por não compreender as multi formas de ensinar, de aprender, de uma forma prazerosa e que tenha sentido para os educandos.
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