- preconceito:
Comportamento aprendido e adquirido, tem como alicerce a desinformação. Existem 4 tipos.
a) Generalização indevida – a transformação da totalidade de pessoa com deficiência na própria condição de deficiência na ineficácia global.
b) Correlação linear – se a atividade é boa para essa pessoa com deficiência, então é boa para todas as pessoas nessa condição.
c) Contágio osmótico – medo de contaminação pelo convívio com pessoas com deficiência.
d) Culpabilização da vítima – a pessoa com deficiência é vista como culpada da própria deficiência.
- estereótipo:
Essa falta de informação prévia dá origem ao estereótipo, que é a concretização, um julgamento qualitativo que têm como base o preconceito – podendo ser igualmente anterior à experiência pessoal. Estereotipar essas pessoas é o mesmo que as colocar na condição de vítimas, de sofredoras, de prisioneiras, de incapacitadas e tantos outros conceitos e imagens herdadas historicamente.
Essas pessoas variam basicamente entre três conjuntos de estereótipos: vítima, herói e vilão. Raramente lhes é dado o lugar de pessoa, mas oscilando sempre na chamada "gangorra do bem e do mal”. Exemplos clássicos são os estereótipos sobre pessoas cegas, remetendo-as muito mais ao herói que ao vilão: oráculo, sábio, dócil, músico, dentre outros.
Quando rotulamos alguém, não olhamos para o que essa pessoa realmente é ou sente. Por meio de termos pejorativos, os estigmas são usados como rótulos e trazem mais sofrimento para essas pessoas. O uso de rótulos negativos marca e desqualifica uma pessoa, é o que chamamos de estigma.
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