segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Na onda de Freire

Acho bem importante eu saber, conhecer, nomear formas de trabalho na educação, pois assim vou poder refletir e definir sobre quais perspectivas e definições irei construir minha prática. No texto Educação Bancária de Jerônimo Sartori ele define a Educação Bancária, uma forma bem ao contrário da perspectiva de uma educação para o empoderamento como lutava Paulo Freire. Educação Bancária perpetua as antigas práticas, educa para a consciência ingênua, reprime a curiosidade, a crítica, o questionamento.  Desestimula a capacidade de desafiar-se, de arriscar-se, tornando o sujeito passivo. Como já disse, bem ao contrário da visão de Freire, que acredita que o professor deve problematizar todos os assuntos, nunca entregar algo pronto, elaborado ou seja, fazer os educandos pensar sobre as coisas. Assim, penso que quero embarcar "na onda de Freire", aprender a ensinar de uma forma onde meus alunos possam se tornar críticos, pensantes, pessoas de opinião que lutam por seus direitos e que fazem a diferença. Ensinar para o empoderamento, grande desafio em uma era onde o pensar é o que menos se quer e se faz!

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