quinta-feira, 27 de abril de 2017

Metodologia P.A!

Para entender o Projeto de Aprendizagem, seu funcionamento, precisamos compreender sua metodologia!!!
No texto"Projetos de Aprendizagem- Uma experiência mediada por ambientes telemáticos" de Juliano Bitencourt, Léa da Cruz , Rosane Aragón e Marcus Vinícius Basso, contemplamos a metodologia de um projeto de aprendizagem, para que assim, não fujamos da proposta, mas que realmente façamos um P.A. como deve ser feito:

1. selecionar uma curiosidade: "Questão de Investigação";
2. inventário dos conhecimentos: noções ou conceitos do assunto (dúvidas e certezas);
Obs.: as certezas são provisórias e as dúvidas são temporárias.
3. O esclarecimento/validação de um item requer:
- coleta de informação;
- análise;
- debates;
- elaboração de uma síntese descritiva ou explicativa.

Observando esses passos, desenvolveremos um bom Projeto de Aprendizagem!!

Projeto de Aprendizagem!!!

       Depois de "experimentar" o Projeto de Aprendizagem na prática, o texto "Projetos de Aprendizagem- Uma experiência mediada por ambientes telemáticos" de Juliano Bitencourt, Léa da Cruz, Rosane Aragón, Marcus Vinícius Basso, veio agregar, trazendo teoria sobre o assunto. Agora defino que P.A. significa desenvolver atividades de investigação sobre uma questão que nos incomoda, que desperta nossa atenção, que excita nossa curiosidade. Ou seja, uma pedagogia que torna a aprendizagem prazerosa, viva,  pois é conduzida pelos interesses dos alunos, se afastando daquela aprendizagem enfadonha que tanto tem enchido nossas salas de aula!

Entendendo os planos de organização de conteúdos

De acordo com o texto "Métodos Globalizados" de Zabala, existem 2 planos (formas) de se organizar os conteúdos dentro de uma organização educacional. Um plano tem como ponto de partida as disciplinas e outro visa compreender uma realidade que sempre se manifesta globalmente.
Vejamos o quadro que criei:

  
   

terça-feira, 25 de abril de 2017

Com urgência!!!!

Conforme o texto "Métodos Globalizados" de Antoni Zabala Vidiella, organização de conteúdos se define pelas relações e as formas de vincular os diferentes conteúdos de aprendizagem que formam as unidades didáticas. Ele também coloca que os conteúdos apresentam mais potencialidade de uso e compreensão quanto mais tiverem relacionadas entre si.

Mas aí, compactuo de uma crítica do texto, pois muitos educadores não pensam em relacionar esses conteúdos entre si, mas se esforçam em enriquecer um conhecimento teórico muito distante da prática, daquilo que realmente fará sentido aos educandos e que de fato será utilizado na vida deles. Assim, me pergunto, até quando os educadores não se darão conta que estão "educando", "formando" para nada? Até quando "ensinarão" apenas para um momento, sem formar nada para o futuro! Penso que  as vezes a falta de uma boa formação, teoria, prejudica a caminhada de nossos profissionais de educação! Penso que precisamos formar bons profissionais da educação, reflexivos, com experiência, com teoria, com muita urgência!!!

sábado, 18 de março de 2017

Que pedagogia quero?


No texto de Fernando Becker "Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos", chamou minha atenção os aspectos que diferenciam as três pedagogias citadas. E sem sombra de dúvidas, quero e já busco atuar utilizando a pedagogia relacional, uma forma de ensinar que respeita o aluno e proporciona inúmeras aprendizagens!





Método globalizado

No texto "Resposta do ensino à dispersão do conhecimento: esclarecimento conceitual", temos uma suposta resposta ao fato de muitas vezes, a aquisição de novos conhecimentos ser algo tão díficil, doloroso e "chato" para muitos. Isso se deve ao fato, das aprendizagens estarem tão distantes do interesse, da realidade dos educandos, daquilo que realmente um dia se fará útil em suas vidas. Assim, surge o método globalizado que é "A vinculação do ensino a propostas relacionadas com o fato de dar respostas a problemas vitais dos alunos e da futura pessoa adulta".
No método globalizado ou multidisciplinar as disciplinas não são o objeto de estudo. O que interessa é oferecer respostas a problemas ou questões que a realidade coloca; Tem uma ligação com o real.
Esperamos que os educadores possam abrir suas mentes e práticas para experimentar uma nova forma de fazer!

P minúsculo ou maiúsculo?

No texto de Mara Regina Lemes de Sordi e Menga Ludke "Avaliação Institucional participativa em escolas de ensino fundamental: o fortalecimento dos atores locais", lemos:
A retomada da participação dos atores da escola nos processos de mudança qualitativa da escola envolve, principalmente, discutir o significado de uma participação com P maiúsculo, autentica e ativamente comprometida com concepções de qualidade social, referenciadas ao PP da escola.
Esse trecho me fez pensar sobre essa participação com P maiúsculo, mas um pouco antes, quem são os atores da escola? Ao meu ver é toda a comunidade envolvida, pais, crianças, familiares, professores, outros funcionários da escola, enfim. Então na elaboração deste documento todas essas pessoas deveriam ao menos ter a oportunidade de se fazer presente. Mas não é isso que ocorre? Pelo menos em minha caminhada, o máximo que vi de envolvimento na construção deste documento foi com a participação de professores e funcionários da escola. Penso que há um longo caminho para esse P passar de minúsculo para maiúsculo.