terça-feira, 1 de novembro de 2016

Primeiros Conceitos gerais da matemática!

Em minhas palavras, explicando conceitos de Seriação e Classificação:

Seriação: Trabalha com as diferenças entre os objetos;
Classificação: é a capacidade de se estabelecer critérios ou atributos para um conjunto de objetos.
Essa foi minha primeira leitura, ainda não entendi amplamente as diferenças de conceitos, assim que sigam as leituras!

Muito mais que números!

Alfabetização matemática? Confesso que nunca tinha ouvido falar deste conceito, mas também confesso que fiquei maravilhada ao conhecê-lo! Entender a função da matemática é algo revelador! Entender que não basta a criança reconhecer números mas que é necessário compreender a qual quantidade ela se refere e refletir que muitos aprendem de maneira mecânica, apenas decorando sequencias, mas sem ter o conceito é algo que torna a minha forma de ver a matemática totalmente diferente. Alfabetização em matemática é mais que apenas números, alfabetização em matemática é compreender o que se lê e escrever o que se compreende. A partir dessa leitura, passo a enxergar a matemática com outros olhos, um olhar com mais sentido!

Modernidade à moda antiga!

Ao ler o texto Questões sobre o tempo no Espaço Escolar, Vaz (1997, p.103) aprendo uma definição de  Modernidade : " uma certa experiencia de tempo onde o passado e o futuro são momentos do próprio presente", onde seu valor norteador é a novidade.
Jamais vivemos em um período de mudanças tão rápidas, assim a incerteza é algo que paira sobre nossa sociedade, pois o que é agora, amanhã pode não ser mais. Isso ajuda a explicar as crises de valores, de concepções na sociedade, gerando uma grande angustia e necessidade de substituir o conhecido e seguro pelo desconhecido (Marques, 2001).
 Penso que por mais que vivamos na Modernidade, meu compromisso como educadora é passar valores de respeito, atenção, calma, paciência auxiliando minhas crianças à encontrar seu equilibrio, seu tempo, lugar e permitindo com que eles vivam a beleza  no conhecido.

Quem sou eu?

"O presente é onde nós nos perdemos se esquecermos nosso próprio passado se não tivermos a visão do futuro" (Ayi Kwei Armah, 1989).
Esse trecho do artigo Aprendendo e ensinando sobre o passado a crianças de 3 a 8 anos de Hilary Cooper me fez refletir sobre algo muito sério: a história do indivíduo. Todos nós somos constituídos de uma história que carrega uma grande responsabilidade na constituição daquilo que nos formamos. Mas, se minha história não é lembrada? Se não recorda o que vivi?Como saber quem sou eu? Assim, penso sobre a importância dos evocadores de memórias, fotos, objetos, que auxiliam a pessoa a reconstruir sua história em qualquer dado momento. Na escola que atuo, utilizamos o portfólio e fotos para proporcionar às famílias um resgate a história das crianças, mesmo que o presente ainda não peça essa evocação de memória, mas já estou pensando no futuro dessas crianças que ao menos a sua história na educação infantil será facilmente resgatada.

domingo, 9 de outubro de 2016

Ver e Olhar!

Olhar é reto, ver é sinuoso. Olhar é sintético, ver é analítico. Olhar é imediato, ver é mediado. A imediaticidade do olhar torna-o um evento objetivo”. (Aprender a pensar é descobrir o ver de Márcia Tiburi).
Com este pequeno trecho do texto de Márcia Tiburi posso ampliar, reforçar as minhas convicções sobre a diferença entre estes dois termos: Ver e Olhar, ao qual no semestre passado foram explanados pelo texto de Simone Bicca Charczuk.
O conhecer e entender a definição dos conceitos destes termos tem me feito uma educadora mais sensível, analítica. Tenho tentado VER minhas crianças, suas especificidades, individualidade. Penso que se todos os profissionais entendessem a importância deste termo teríamos uma educação mais humana, atenta ao que cada um precisa para se desenvolver conforme suas necessidades.

Seguindo o rumo!

Mais um semestre começando, isso significa que prazos foram vencidos e  novos conteúdos  foram aprendidos. E agora, inicia mais um ciclo, com novas aprendizagens, novos desafios. E esses novos desafios se chamam: Representação do mundo pelos estudos sociais, Representação do mundo pela matemática, Representação do Mundo pelas ciencias naturais e o Seminário Integrador de sempre! Estou com muitas expectativas sobre as oportunidades de ampliar minha visão sobre as várias possibilidades de ver o mundo!

sábado, 9 de julho de 2016

A encantadora música da língua dos sinais

Sempre me perguntei, inclusive é o tema do meu pbwork deste semestre: É possível o surdo entender, sentir e fazer música?
Este vídeo: A encantadora música da língua dos sinais, veio responder minhas perguntas!
É lindo entender o quanto um surdo desenvolve a sensibilidade, compreendendo o som, através da observação de como as pessoas reagem e se comportam em relação ao som. Como somos ouvintes, nos limitamos a entender somente os aspectos sonoros, ligados a audição, esquecendo que a música também é feita de tato, de um corpo que se move e demonstra uma reação diferente à música.
Na cultura surdo movimento equivale ao som!! Incrível, todos somos capazes de sermos tocados pelo poder da música, de formas diferentes, mas todos capazes!!