segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

A caminhada da Ed.Infantil

No texto “ Políticas e gestão da educação básica no Brasil: limites e perspectivas” de Luiz Fernandes Dourado, o autor nos relata um pouco da caminhada da educação infantil no Brasil.
1988: a constituição federal garantiu a educação infantil enquanto direito das crianças e famílias.
1990: Criação do ECA
1990: Projeto de Educação por multimeios ( material impresso para nortear as ações dos professores).
1994: estabelecido pela primeira vez uma política nacional de educação infantil ( definiram que o currículo da educação infantil deveria ter como referência o nível de desenvolvimento das crianças)
1994: um grupo de professores passaram a discutir sobre currículo na Ed infantil.
1996: LDB tornou legal as principais diretrizes apontadas pela Política Nacional de Educação Infantil. LDB afirma a Educação Infantil como primeira etapa da educação básica.
Creche: 0 aos 3 anos.
Pré: 4 aos 6 anos.
Neste ano o trabalho com as crianças passou da responsabilidade da Secretariade Assistência Social para a Secretaria de Educação.
1998: subsídios para credenciamento e funcionamento de instituição de Ed. Infantil.
1998: RCNEI
2001: PNE, MEC publica conjunto de documentos
2009: novas DCNEI.







Papel da escola

De acordo com o texto concepções e práticas de organização e gestão da escola de José Carlos Libaneo, escolas existem para promover desenvolvimento das potencialidades físicas, cognitivas e afetivas.
É de suma importância que possamos compreender a integralidade do ser humano. Quantas escolas percebem os alunos apenas como seres cognitivos, enchem as mentes deles com conteúdos, informações e esquecem de intensificar a aprendizagem considerando o corpo, o concreto, as emoções. Lembro até hoje, o dia em que minha professora foi ensinar sobre divisão. Ela nos dividiu em grupos, cada grupo fez um bolo e depois tivemos que dividir. Essa proposta me ensinou informações sobre o assunto, de uma forma concreta eu percebi a divisão e a alegria do momento marcou até hoje.



Refletindo sobre o blog

Neste seminário integrador realizamos um trabalho intenso de observação e reflexão sobre o nosso blog, especificamente sobre o que estamos postando e a qualidade do que estamos postando.

Entendi que nossas escritas podem ser Descritivas, reflexivas ou questionadoras. Mas acima de tudo, percebi a importância do blog como registro de nossas aprendizagens ao longo do curso. Algumas aprendizagens não me recordava mais, mas retomei a informação ao ler algumas postagens. Também percebi que algumas postagens estão um pouco rasas e não contribuíram neste sentido. O que ficou de reflexão e agora vou tomar cuidado é que de fato minhas postagens possam deixar claro uma aprendizagem para que no futuro ele canal possa ser utilizado como um evocador de memória e de aprendizagens.

Sobre o amor

No texto “Aprendizagem amorosa” (Dra Luciane Magalhães Corte Real e Dra Jaqueline Picetti), as autoras trazem um conceito bem claro sobre amor. Elas citam que sempre que observamos uma conduta que leva ao encontro do outro, como legítimo outro, em coexistência com os demais, estamos falando de amor. Sempre acreditei nisso, no amor como atitude, como conduta, como ações concretas em prol do outro. Penso que se as pessoas entendessem o amor dessa forma teríamos mais respeito pelo outro. O amor que vivemos hoje é egoísta, onde as pessoas só querem receber, querem apenas satisfazer os seus desejos. Por uma sociedade , por relacionamentos, que entendam de fato o amor.



Emoção e raciocínio

“Não é verdade que a razão opere vantajosamente sem influência da emoção. Pelo contrário, é provável que a emoção auxilie o raciocínio, em especial quando se trata de questões pessoais e sociais que envolvem risco e conflito” (DAMÁSIO, 2000, p.63).

Segundo este pesquisador as emoções fornecem ao organismo, automaticamente, comportamentos voltados para a sobrevivência. “A emoção humana, em seu refinamento é desencadeada até por uma música e por filmes baratos, cujo poder nunca devemos subestimar”. (DAMÁSIO, 2000.p. 56)

Transformações na Vida Adulta

Falando sobre transformações na vida adulta (Luciane M. Corte Real), a argumentação de Maturana e Varela é constituído em 3 vertentes:
1.    O conhecimento se dá no momento em que estamos interagindo no mundo
2.    Seres vivos são autônomos e auto produtores, são capazes de produzir seus próprios componentes ao interagir com o meio. Vivem no conhecimento e conhecem no viver.
3.     Não há descontinuidade entre o social, humano e suas raízes biológicas.
Todo fazer é um conhecer e todo conhecer é um fazer ( MATURANA; VARELA, 2002,p.31).



Estruturas Familiares

Meu grupo foi desafiado a falar sobre novas estruturas famíliares. Estudamos famílias tradicionais, famílias homoafetivas e famílias onde a criança cresce apenas com a presença do pai ou mãe. Minha fatia da proposta ficou em pesquisar sobre famílias “parentais”, ou seja, as famílias onde está presente apenas o pai ou a mãe. A conclusão é que está constituição familiar tem crescido e conforme a conduta dos pais, a criança pode superar esta separação ou ter sérias consequências na fase adulta, como dificuldade de se relacionar socialmente e até de encontrar um parceiro. Na adolescência, pode encontrar refúgio no álcool e nos relacionamentos amorosos.

Como é interessante aprender que muito do que somos na fase adulta são resultados do que vivemos na infância.